Índice de Documentos
Parábola da semente
quarta-feira, 4 de março de 2026
VII CONGRESSO ONLINE DE CATEQUESE PAULINAS - Catequese inclusiva
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Catequistas Brasil 2026
O evento acontece, de 29 de janeiro (quinta) a 01 de fevereiro (domingo) de 2026, em Aparecida (SP), no Centro de Eventos Pe. Vitor Coelho.
Idealizado por Kiara Castro, diretora comercial da Promocat, e apresentado pelo diácono Leo Rabello, o Catequistas Brasil deste ano tem o tema “A fé que nos move ”. E o lema é inspirado na 2ª Carta de Paulo aos Coríntios “Caminhamos pela fé e não pela visão” (2Cor 5,7).
São esperadas mais de 3 mil pessoas, com mais de 100 palestras e shows programados.
As Irmãs Paulinas estão presentes como palestrantes e com exposição.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Congresso On-line de Catequese Paulinas - 7ª edição
Com o tema “Catequese Inclusiva: Da Acolhida na Comunidade à Vivência da Fé”, a VII edição do Congresso On-line de Catequese Paulinas, que ocorrerá de 4 a 6 de março de 2026, propõe uma reflexão profunda e prática sobre o chamado cristão à inclusão. Inspirado pelo mandamento de São Paulo – “Acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo vos acolheu” (Rm 15,7) –, o evento visa transformar a catequese em um espaço onde ninguém fique à margem do anúncio do amor de Deus.
A urgência desta missão é fundamentada nos documentos da Igreja. O Diretório para a Catequese (2020) afirma que a preocupação com as pessoas com deficiência “nasce da ação de Deus” e é central para a evangelização (n. 269). Complementando este ensino, o Papa Francisco pede uma “dupla atenção”: crer na educabilidade para a fé de todos e reconhecer cada pessoa como sujeito ativo na comunidade. No Brasil, onde milhões de pessoas com deficiência têm seu direito à vida sacramental e comunitária reafirmado pelo Diretório Nacional de Catequese, essa discussão é ainda mais crucial.
Objetivos do curso - Para capacitar agentes pastorais e comunidades nesta jornada, a Paulinas Cursos oferece este congresso como um espaço privilegiado de formação, partilha e diálogo. O evento, realizado ao longo de três noites, parte do princípio de que é preciso assumir a pedagogia de Jesus, que acolheu a todos sem exceção. O objetivo é formar catequistas preparados e comunidades conscientes de seu “ser inclusivo”, garantindo que a pessoa com deficiência seja verdadeiramente chamada “para o meio”.
Programação e palestrantes - A programação, rica e diversificada, abordará o tema desde suas bases bíblicas até as aplicações práticas mais atuais.
Na primeira noite (04/03), Cássio Murilo Dias da Silva explorará as raízes da “A inclusão na Bíblia”, enquanto
o Prof. Wilson Candido Braga trará a reflexão prática sobre “Como posso contribuir para a verdadeira inclusão?”.
O segundo dia (05/03) aprofundará os fundamentos e a atitude essencial para a inclusão. Ir. Maria Eliene Pereira de Oliveira, fsp, apresentará “A catequese Inclusiva nos documentos da Igreja”, e
o Prof. Wilson Candido Braga retornará para um tema fundamental: “Acessibilidade atitudinal: O acolhimento faz a diferença”, discutindo as barreiras internas que precisam ser superadas.
A noite de encerramento (06/03) mergulhará em aspectos sensoriais e neurodiversos, essenciais para uma ação pastoral abrangente.
Ir. Cristiane Rodrigues de Melo, fsp abordará “A catequese que toca os sentidos”, propondo metodologias multissensoriais. Finalmente,
o Prof. Wilson Candido Braga encerrará o congresso com o vital tema “NEURODIVERSIDADE e NEURODIVERGÊNCIA - Conhecer para incluir”, ampliando o olhar para as diferentes formas de perceber e interagir com o mundo.
Como participar - Desta forma, o congresso se consolida como uma ferramenta imprescindível para quem deseja construir uma Igreja samaritana, onde a catequese seja, de fato, um caminho de fé acessível e vivo para todos, refletindo o abraço incondicional de Cristo.
Faça parte do grupo de WhatsApp do Congresso clicando aqui!
As inscrições estão abertas e podem ser feitas clicando aqui!
Sem ter se confessado, uma pessoa enferma pode receber a Comunhão?
Maurício, ministro extraordinário da Sagada Comunhão pergunta:
“O ministro pode levar comunhão ao doente ou idoso no asilo, no hospital, em família, sem que essa pessoa tenha se confessado recentemente?”
Maurício, você sabe o quanto a presença de Jesus na Eucaristia merece respeito. O pároco ou o sacerdote da Pastoral da Saúde deve visitar todos os enfermos, conversar com eles, atendê-los em Confissão, abençoá-los, dar a Unção dos Enfermos aos que correm risco de vida. Depois, o ministro leva a comunhão. Isso vale para os enfermos em casa ou nos hospitais, bem como para os idosos em suas residências ou nas casas de repouso.
Não se pode banalizar a Eucaristia, distribuindo-a sem critérios. É preciso perguntar à pessoa que vai comungar se ela está consciente do que está recebendo na Comunhão, se sabe da presença real de Jesus no pão consagrado que lhe é entregue. A Eucaristia não é mais um remédio somado aos tantos que o doente recebe durante o tratamento ou por causa da idade que tem.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Catequese do Papa Leão: Dei Verbum (Vaticano II)
Leão XIV: em Cristo, Deus revela-se como Pai em um diálogo de aliança
Na Audiência Geral da quarta-feira (21/01), o Papa dedicou sua catequese à Revelação e aprofundou o sentido da ação de Deus como uma experiência relacional, plenamente manifestada em Jesus Cristo, mediador e plenitude de toda a comunicação divina.
“Continuamos a nossa catequese sobre a Constituição Dogmática Dei Verbum do Concílio Vaticano II, sobre a Divina Revelação”, afirmou o Papa Leão XIV no início da catequese desta quarta-feira, 21 de janeiro, na Sala Paulo VI, repleta de fiéis. O Pontífice recordou que Deus não se revela por meio de ideias abstratas, mas em um verdadeiro “diálogo de aliança”, no qual se dirige à humanidade como a amigos. Trata-se, explicou, de um conhecimento que não se limita à comunicação de conteúdos, mas que “partilha uma história e nos chama à comunhão mútua”.
A revelação como encontro pessoal
Segundo Leão XIV, a plenitude da Revelação acontece em um encontro histórico e pessoal, no qual o próprio Deus se entrega e se faz presente, permitindo ao ser humano descobrir-se conhecido em sua verdade mais profunda. Essa experiência encontra sua realização plena em Jesus Cristo. O Papa destacou que o Filho revela o Pai envolvendo-nos na reciprocidade da sua própria relação com Ele. Em Cristo, os homens têm acesso ao Pai no Espírito Santo e tornam-se participantes da vida divina: “Chegamos, pois, ao pleno conhecimento de Deus ao entrarmos na relação do Filho com o seu Pai, em virtude da ação do Espírito”.
Conhecer o Pai na relação com o Filho
Para ilustrar essa verdade, Leão XIV recordou a oração de júbilo de Jesus narrada por São Lucas, na qual o Senhor louva o Pai por revelar seus mistérios aos pequeninos: “Ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Lc 10,21-22). É nessa dinâmica de relação que o cristão aprende a conhecer Deus como Pai.
Graças a Jesus, acrescentou o Pontífice, conhecemos Deus da mesma forma como somos conhecidos por Ele. Em Cristo, Deus comunica a si mesmo e revela ao homem a sua verdadeira identidade: filhos criados à imagem do Verbo. Assim, ao descobrirmo-nos conhecidos por Deus, reconhecemos também a nossa vocação mais profunda de filhos chamados à vida plena.
Somos salvos por uma Pessoa
O Papa fez questão de enfatizar que a salvação não acontece apenas por vias intelectuais. “O que nos salva e nos chama não é apenas a morte e a ressurreição de Jesus, mas a sua própria pessoa”, afirmou. É a vida inteira do Senhor — que se encarna, nasce, cura, ensina, sofre, morre, ressuscita e permanece entre nós — que comunica a verdade de Deus. Por isso, acrescentou, não basta considerar Jesus como um simples transmissor de verdades abstratas. A Revelação passa por seu corpo real, por sua maneira concreta de ver e viver a realidade. O próprio Cristo convida os discípulos a partilhar o seu olhar confiante sobre o mundo e sobre o cuidado do Pai.
Uma fé que gera confiança filial
Ao concluir a catequese, Leão XIV recordou que, seguindo Jesus até o fim, o cristão chega à certeza de que nada pode separá-lo do amor de Deus. Citando São Paulo, afirmou:
“Se Deus é por nós, quem estará contra nós? Ele, que não salvaguardou o seu próprio Filho, [...] como não haverá de nos conceder, juntamente com Ele, todas as coisas? (Rm 8,31-32). Graças a Jesus, o cristão conhece Deus Pai e entrega-se a Ele com confiança.”
FONTE: Vatican news
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Na Igreja, o problema não são os números, mas o "sentir-se Igreja"
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| Freepik |
Papa Leão recebe e responde a carta de uma catequista
"Aqui na Suíça, é difícil levar os pais e, até mesmo as crianças e os jovens, a confiarem em Deus. Famílias pouco presentes e indiferentes à prática religiosa; crianças atraídas pelo esporte, música, celulares e festas, mais do que pela fé; domingos com igrejas cada vez mais vazias", escreveu uma catequista ao Papa Leão.
O Papa respondeu: "A situação em que você vive não é diferente de outros países. O problema não são os números – que fazem refletir –, mas a falta cada vez mais evidente de consciência de ser Igreja, ou seja, membros vivos do Corpo de Cristo...Como cristãos, sempre precisamos de conversão."
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Catequese Papa Leão: Dei Verbum
"Só quando falamos com Deus podemos também falar de Deus"
Jesus Cristo transforma a relação do homem com Deus
Durante a Audiência Geral na Sala Paulo VI, no dia 14 de janeiro de 2026, o Papa Leão XIV disse : a Constituição dogmática Dei Verbum recorda-nos que Jesus Cristo mudou radicalmente a relação do ser humano com Deus, transformando-a em aliança de amor.
O Papa Leão XIV iniciou a série de catequeses sobre o Concílio Vaticano II. Nesta quarta-feira começou a aprofundar a Constituição Dogmática Dei Verbum sobre a divina Revelação.
Trata-se - disse o Papa-, de um dos documentos mais belos e importantes do Concílio, e para introduzi-lo, pode ser útil recordar as palavras de Jesus: "Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi do meu Pai" (Jo 15,15).
"Este é um ponto fundamental da fé cristã, que a Dei Verbum nos recorda: Jesus Cristo transforma radicalmente a relação do homem com Deus; a partir de agora, será uma relação de amizade. Por isso, a única condição da nova aliança é o amor".
A Constituição dogmática Dei Verbum recorda-nos que Jesus Cristo mudou radicalmente a relação do ser humano com Deus, transformando-a em aliança de amor.
Leão, recordando Santo Agostinho que comenta a passagem do Quarto Evangelho, de João, "insiste na perspectiva da graça, que só nos pode tornar amigos de Deus no seu Filho. De fato, um antigo lema dizia: “a amizade surge entre iguais ou torna-nos iguais”. Não somos iguais a Deus, mas o próprio Deus nos torna semelhantes a Ele no seu Filho".
Por esta razão, podemos constatar ao longo das Escrituras, há um momento inicial de afastamento na Aliança, pois o pacto entre Deus e o homem permanece sempre assimétrico: "Deus é Deus e nós somos criaturas; mas, com a vinda do Filho em carne humana, a Aliança abre-se ao seu objetivo final: em Jesus, Deus faz-nos filhos e chama-nos a tornarmo-nos semelhantes a Ele na nossa frágil humanidade".
Em seguida o Papa Leão destacou que as palavras do Senhor Jesus que recordamos — “Eu vos chamei amigos” — repetem-se precisamente na Constituição Dei Verbum, que afirma: "Em virtude desta revelação, Deus invisível, na riqueza do seu amor fala aos homens como amigos e convive com eles, para os convidar e admitir à comunhão com Ele".
A Constituição Dei Verbum também nos recorda isto: Deus fala conosco. É importante compreender a diferença entre a palavra e a conversa de circunstância, disse Leão XIV. Esta última permanece superficial e não cria comunhão entre as pessoas, enquanto que, nas relações autênticas, a palavra serve não só para trocar informações e notícias, mas para revelar quem somos. "A palavra possui uma dimensão reveladora que cria uma relação com o outro. Assim, ao falar conosco, Deus revela-se como um Aliado que nos convida à amizade com Ele".
"Nesta perspectiva, a primeira atitude a cultivar é a escuta, para que a Palavra divina possa penetrar nas nossas mentes e corações; ao mesmo tempo, somos chamados a falar com Deus, não para Lhe comunicar o que Ele já sabe, mas para nos revelarmos a nós mesmos".
Daí - continuou o Papa -, a necessidade da oração, em que somos chamados a viver e a cultivar a amizade com o Senhor. Isto concretiza-se principalmente na oração litúrgica e comunitária, onde não decidimos o que ouvir da Palavra de Deus, mas sim Ele próprio nos fala através da Igreja. Além disso, realiza-se na oração pessoal, que acontece no coração e na mente.
Leão XIV concluiu recordando que o dia e a semana de um cristão não podem ser desprovidos de tempo dedicado à oração, à meditação e à reflexão.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
É Natal!
sábado, 5 de abril de 2025
VIA-SACRA
VIA-SACRA
Com uma cruz, ou um cartaz rezar cada estação, lendo a
citação e colocando as palavras na cruz.
Após cada estação, rezar um Pai-Nosso e cantar:
Misericórdia, Senhor, misericórdia, misericórdia.
1. Jesus é condenado à morte por Pilatos (Mt 27,26) -
DESPREZO
2. Jesus carrega a sua Cruz (Mt 27,31) - ÓDIO
3. Jesus cai pela primeira vez (Is 42,1-4) - VIOLÊNCIA
4. Jesus encontra a sua Mãe (Lm 1,12) - SOFRIMENTO
5. Simão Cireneu ajuda Jesus a carregar a Cruz (Mt
27.32) - SOLIDARIEDADE
6. Verônica enxuga o rosto de Jesus (Mt 25,40) -
DESUMANIZAÇÃO
7. Jesus cai pela segunda vez (Is 49,7) - ESCRAVIDÃO
8. Jesus fala às mulheres de Jerusalém (Lc 23,27) -
FEMINICÍDIO
9. Jesus cai pela terceira vez (Is 53,2-5) - DESCASO
10. Jesus é despojado de suas vestes (Mt 27,35) - NUDEZ
11. Jesus é pregado na Cruz (Lc 23,32-34) - TORTURA
12. Jesus morre na Cruz (Mt 27,50) - MORTE
13. Jesus é descido da Cruz (Lc 23, 50-53) - INDIFERENÇA
14. Jesus é sepultado (Lc 23, 55-56) - ABANDONO
o sinal da cruz:
"Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025
Dinâmicas sobre a Palavra de Deus
Algumas dinâmicas sobre a Bíblia para a catequese infantil.
Dinâmica 1: A Bíblia é um presente
Motivação: a Bíblia narra a história de um povo e sua relação com Deus. Nela, vamos perceber o amor e a fidelidade de Deus para com seu povo, mesmo que este nem sempre lhe tenha sido fiel. É um livro sagrado por ter sido inspirado por Deus e também se torna sagrado quando o lemos e tornamos vida em nossa vida as palavras nele contidas.
Objetivo
Mostrar que a Bíblia é um livro inspirado por Deus e que nos foi dado com um grande presente;
Ressaltar que a Bíblia é para ser lida, meditada e vivenciada, não para ficar guardada e fechada em uma estante como enfeite.
Material
Bíblia
Papel de presente
Música animada sobre a Palavra de Deus
Desenvolvimento
Embrulhar a Bíblia em um papel ou em vários papéis de presente.
Colocá-la em uma caixa (pode ser de presente também).
Colocar uma música que fale sobre a Palavra de Deus.
Fazer com que o pacote de presente vá passando de mão em mão, despertando a curiosidade dos participantes.
Pedir que uma pessoa abra o pacote.
Pedir que alguém leia um texto bíblico (pode ser: Josué 1,8-9 ou outro).
Em seguida, explicar o objetivo da dinâmica.
Leia mais:
Confira o roteiro para o encontro de catequese sobre a Bíblia
Dinâmica 2 – A Palavra de Deus
Modelo I
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Desenvolvimento: Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós. Depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois o vidro de remédio e por último a esponja.
Então refletimos:
Como a Palavra de Deus age na minha vida?
Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?
Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?
Ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo?
Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?
Modelo II
Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Descrição:
Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois o vidro de remédio e por último a esponja. Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. Dê um objeto para cada pessoa.
Colocar a primeira bolinha de isopor na água. Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus? Somos também impermeáveis?
Mergulhar o giz na água. Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós?
Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele se encheu. Refletir: o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ?
Mergulhar a esponja e espremer a água. Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.
Dinâmica 3: Concurso de Bíblia
Instruções:
2 Equipes ( 3 pessoas cada);
1 apito para cada equipe.
Quem apitar primeiro responde a pergunta:
Cada pergunta vale 15 pontos;
Quando as equipes não souberem a resposta, a Equipe que esta perdendo paga uma prenda. (sugestões de prendas: imitar um animal, cantar uma música, dançar, etc…).
Questões:
1- Qual é o menor livro da Bíblia?
R: II João (possui 13 versículos).
2- Qual é o maior livro da Bíblia?
R: Salmos (150 capítulos)
3- Quem era rei e sacerdote ao mesmo tempo?
R: Melquisedeque
4- Em quantas línguas foram escritos a Bíblia?
R: Hebraico, aramaico e grego
5. Quem ficou mudo ao falar com um anjo?
R: Zacarias
6- Em quantos dias Deus fez o Mundo?
R: Sete dias
7- Qual foi o único fruto que Deus proibiu Adão e Eva de comerem?
R: O fruto que ensinava o bem e o mal.
8- Como foi chamado Abraão quando recebeu uma descendência não de sangue mas espiritual?
R: Pai da Fé
9- Como se chamou o Filho de Abraão e Sara?
R: Isaac.
10- Quais são os 4 Evangelistas?
R: Marcos, Mateus, Lucas e João
11- Qual o nome do Anjo que foi enviado para anunciar o nascimento de Jesus?
R: Arcanjo Gabriel
12- Qual a idade que Jesus tinha quando ficou no Templo no meio dos doutores da Lei?
R: 12 anos
13- Qual foi o primeiro milagre de Jesus?
R: Transformou água em vinho – Casamento em Caná (Jo 2,1-12)
14- O que Zaqueu fez para ver Jesus?
R: Subiu em uma árvore. (Lucas 19,1-10)
15- Jesus curou 10 leprosos, quantos voltaram para agradecer? (Lc 17,12-19)
R: Um deles voltou e glorificava a Deus.
OBS: Neste dia todos irão trazer uma Bíblia de casa. Iremos fazer um concurso de Bíblia.
• Preparar um brinde para a Equipe Vencedora das Questões.
Dinâmica 4: No caminho de Deus
Objetivo: Perceber a importância da Palavra de Deus em nossa vida.
Prepare o ambiente: Faça um caminho no chão com pedras e no centro coloque desenhos de pés cortados, que podem ser feitos de cartolina colorida. E no final do caminho, coloque a Bíblia aberta, com uma vela acesa e flores ao lado. E uma Bíblia fechada, com uma vela apagada e flores murchas do outro lado.
Em um recipiente bem bonito, como uma grande taça por exemplo, coloque vários pirulitos em formato de pezinhos, encontrados em qualquer loja de doces, que deverão ser lavados e secos, para que possam ser utilizados na hora da dinâmica. (Lavados e secos, mas continuam na embalagem)
E encha uma caixinha a sua escolha com balinhas ou jujubas no formato de coração.
Use também flores, crucifixo, para criar um ambiente bem legal e interessante. Que possa provocar na crianças aquela sensação de: O que vai acontecer por aqui?
Os receba com bastante alegria, beijinhos, abraços e peçam que sentem nas cadeiras que já estarão em círculo, em torno daquele bonito cenário que você já montou no chão.(Para montar o seu ambiente, forre o chão com TNT)
Dinâmica:
Inicie perguntando as crianças o que é a Bíblia para cada uma delas? (Deixem que falem)
Vocês leiam a Bíblia, crianças? Sempre! Diariamente? Porque?
Vocês sabiam que nela está contida a Palavra de Deus e que ela ilumina o nosso caminho?
Alguém aqui já leu a Bíblia inteirinha?
Vamos agora fazer uma experiência?
Muitas pessoas dizem que a Bíblia tem muitas estórias, é muito grande e às vezes, até chatinha para ser lida diariamente. E o mais engraçado é que muitas dessas pessoas nunca experimentaram parar um minutinho para ler algum livro que faz parte da Bíblia. Então, como podemos saber se ela é legal ou não se nós não a experimentarmos?
Peguem cada um 1 pirulito dentro da taça e reparem o formato do pezinho. Pensem que são seus pés, em direção aos caminhos de nosso amigo Jesus. Agora coloquem na boca sem tirar a embalagem e sintam o sabor… (Explique que os pirulitos foram lavados) e deixem falar, pois com certeza reclamarão. Agora retirem a embalagem e experimentem o doce sabor.
Leia mais:
10 dinâmicas divertidas para catequese
Assim é a nossa vida com a Palavra de Deus. Devemos lavar o nosso coração, rezar e pedir a luz do Espírito Santo para iluminar a nossa mente, para que assim possamos ouvir e sentir o que Deus nos fala.
Peçam para que reparem na diferença das duas Bíblias, fechada e aberta. Quando em nossa casa a Bíblia fica exposta, servindo apenas para enfeite, ela fica cheia de poeira e assim fechada, não podemos ouvir Deus falando conosco. Nossa vida fica apagada como essa vela e nossas flores do coração, murcham, nos deixando tristes. Já o contato diário com a Bíblia, acende a luz do nosso coração, abre os nossos ouvidos para ouvir o que Deus quer falar conosco e deixam nossas flores bonitas e cheias de vida.
Mas também há um porém… Onde devemos guardar a Palavra de Deus em nossa vida? (Deixar que respondam)
No coração! (Pedir que peguem suas balinhas ou jujubas de coração e ofertar ao seu amigo ao lado. Exatamente. Em nosso coração para que assim possamos passar para os nossos irmãos e não guardá-la conosco…
Termine a dinâmica falando da importância da Palavra de Deus em nossa vida e pedindo que não esqueçam de levar a Palavra de Deus a cada encontro da catequese.
Dinâmica 5: Viver a Palavra de Deus
Duração: 10 minutos.
Material: uma tigela ou copo com água, um giz, uma pedra e uma esponja.
Esta dinâmica trata-se dos participantes perceberem a importância de viver e transmitir a palavra de Deus aos outros.
Desenvolvimento: Coloque a tigela de água em local visível e vá mergulhando um a um os objetos e promovendo debate, sobre a reação de cada peça à água e comparando com a forma das pessoas vivenciarem a Palavra de Deus. Também pode tomar algum texto Bíblico que fale sobre evangelização, entrega e mudança de vida; não vou citar nenhum porque a dinâmica vem ao encontro da realidade que o dirigente e de cada grupo.
Água: fonte que restaura e purificação e que gera vida: simboliza aqui a Palavra e o agir de Deus na sua vida.
Giz: feito de cal e que absorve para si toda água: simboliza pessoas que recebem a Palavra de Deus mas ficam só pra si, deixando de anunciar e testemunhá-la;
Pedra: material rústico que não deixa que nada penetre dentro de si: Pessoas que se fecham e não deixam que a Palavra de Deus as transforme e molde suas vidas como vaso nas mãos do oleiro;
Esponja: depois de molhada absolve uma certa quantidade de água, assim que apertá-la ela transmite o que tem de mais precioso dentro de si que é a água que purifica e restaura.
A pessoa que absorve, escuta a Palavra de Deus, e deixa que transforme e modifique sua vida; tornando também testemunha fiel do Reino de Deus.
(Catequistas Brasil)
terça-feira, 3 de setembro de 2024
53º Congresso Eucarístico Internacional
O *53º Congresso Eucarístico Internacional* acontece em Quito, Equador, de 8 a 15 de setembro.
O tema é : “Vocês são todos irmãos” (Mt 23,8)
Em carta ao 53º Congresso, o Papa Francisco pede fraternidade para curar o mundo.
Dia 8, na missa de abertura, 1,6 mil crianças equatorianas receberão a primeira Comunhão.
Dia 9, apresentação das feridas que afetam a humanidade.
Dia 10, dedicado ao tema da fraternidade.
Dia 11, reflexão sobre a transfiguração do mundo por meio da Eucaristia.
O tema da sinodalidade será abordado no dia 12.
Dia 13, o Congresso focará a Eucaristia como salmo que louva e encoraja a fraternidade.
Dia 14, missa solene, às 16h, e procissão eucarística pelas ruas do centro de Quito. No final, Bênção na Basílica do Voto Nacional.
Domingo, 15, encerramento solene, e anúncio do próximo Congresso Eucarístico.
Fotos: CNBB
Mês da Bíblia - Setembro 2024
No Mês da Bíblia refletimos o texto de Ez 37,1-14, do qual foi extraído o lema para 2024: “Porei em vós meu Espírito e vivereis”.
O texto bíblico apresenta a imagem de Deus que leva o profeta até um vale de ossos, completamente secos e desarticulados, que representam o povo sem vida, num contexto marcado pela morte, desunido e sem nenhuma possibilidade de esperança (Ez 37,1-2).
Nesse cenário terrível, Deus questiona Ezequiel com uma pergunta desconcertante: “Filho do ser humano, acaso esses ossos viverão?" Diante da impossibilidade de fazê-los reviver, por causa da desintegração e dessecação, o profeta responde: “Meu Senhor, tu o sabes” (v. 3).
Deus, diante da total limitação do profeta, pede que profetize aos ossos, dizendo: “Ó ossos secos, escutai a palavra do Senhor! Assim diz Deus, meu Senhor, a esses ossos: ‘eis que sou eu quem fará vir a vós um sopro, e vivereis. Porei tendões sobre vós. Farei subir carne sobre vós. Estenderei pele sobre vós. Darei um sopro a vós, e vivereis. Então sabereis que eu sou o Senhor-Deus” (v. 4-6).
Após a profecia, os ossos se unem formando cadáveres. Estão agora articulados, mas sem vida, porém pelo fato de estarem juntos, dos corpos voltarem a existir, há um sinal de esperança. Por isso, Deus se dirige novamente a Ezequiel para que profetize ao sopro, concedendo a vida a esses corpos mortos (vv. 9-10).
Essas imagens nos reportam à criação, portanto trazem para o povo completamente desarticulado, sem vida e esperança a possibilidade de um novo começo.
Nesse contexto, Deus, ao se dirigir novamente ao profeta, o revela-lhe a identidade desses ossos, “são toda a casa de Israel” (v. 11). Eles representam os habitantes dos dois reinos, Israel e Judá, que perderam a Terra Prometida por causa de sua infidelidade à Aliança estabelecida como o Senhor, estando uma boa parte no exílio, entre outros povos.
Por sua infidelidade se tornou um povo morto, sem esperança, sem nenhuma possibilidade de retomar a caminhada, mas Deus é sempre fiel e dará mais uma chance ao povo, renovará a aliança, colocando seu Espírito no coração do povo e ele viverá!
Se olharmos ao nosso redor, também encontraremos realidades sofridas como esse vale de ossos desarticulados: são pessoas que perderam sua dignidade, perambulando nas ruas de nossas cidades; são jovens sem a esperança de um futuro melhor; pessoas fechadas em seus mundos, e poderia estender essa lista ao infinito.
Mas, também nos deparamos com vozes proféticas que anunciam a esperança, jovens ajudando outros jovens em sua caminhada, pessoas que lutam pela dignidade e os direitos humanos, que saem de si para irem ao encontro, sobretudo, de quem mais necessita.
Neste mês da Bíblia somos convidados e convidadas a sermos anunciadores de esperança, e a ouvirmos o apelo de Deus que nos pede: Profetiza aos ossos... profetiza ao sopro... profetize aos seus familiares, amigos, amigas, membros de sua comunidade... pois é possível acreditar numa nova criação, no amanhecer de uma nova aurora. Profetiza!
Para reflexão
1. O lema escolhido para o Mês da Bíblia é: “Porei em vós meu Espírito e vivereis” (Ez 37,14). O que esse lema desperta em mim? Quais realidades dentro de mim estão sem vida e que precisam ser revivificadas pelo Espírito de Deus?
2. Como exercer minha missão profética diante daquelas situações que avalio como sem esperança?
3. O que significa testemunhar a esperança como cristão, cristã, na sociedade hoje?
4. Muitas vezes, em determinadas realidades desoladoras, nossos esforços não conseguirão grandes coisas, como o profeta diante da situação de seu povo (semelhante a ossos secos desarticulados, por causa do exílio, da perda de tudo), mas é necessário confiar na ação vivificante de Deus, como fez Ezequiel. Assim, podemos nos perguntar: nos momentos de dificuldades, de realidades nas quais não vemos saídas, a quem nos apegamos? Confiamos no Espírito recriador de Deus?
Canto Bíblico: Hino da Bíblia












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