Parábola da semente

"Saiu o semeador a semear..." (Mc 4,3)



terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Congresso On-line de Catequese Paulinas - 7ª edição

 


Com o tema “Catequese Inclusiva: Da Acolhida na Comunidade à Vivência da Fé”, a VII edição do Congresso On-line de Catequese Paulinas, que ocorrerá de 4 a 6 de março de 2026, propõe uma reflexão profunda e prática sobre o chamado cristão à inclusão. Inspirado pelo mandamento de São Paulo – “Acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo vos acolheu” (Rm 15,7) –, o evento visa transformar a catequese em um espaço onde ninguém fique à margem do anúncio do amor de Deus.

A urgência desta missão é fundamentada nos documentos da Igreja. O Diretório para a Catequese (2020) afirma que a preocupação com as pessoas com deficiência “nasce da ação de Deus” e é central para a evangelização (n. 269). Complementando este ensino, o Papa Francisco pede uma “dupla atenção”: crer na educabilidade para a fé de todos e reconhecer cada pessoa como sujeito ativo na comunidade. No Brasil, onde milhões de pessoas com deficiência têm seu direito à vida sacramental e comunitária reafirmado pelo Diretório Nacional de Catequese, essa discussão é ainda mais crucial.

Objetivos do curso - Para capacitar agentes pastorais e comunidades nesta jornada, a Paulinas Cursos oferece este congresso como um espaço privilegiado de formação, partilha e diálogo. O evento, realizado ao longo de três noites, parte do princípio de que é preciso assumir a pedagogia de Jesus, que acolheu a todos sem exceção. O objetivo é formar catequistas preparados e comunidades conscientes de seu “ser inclusivo”, garantindo que a pessoa com deficiência seja verdadeiramente chamada “para o meio”.




Programação e palestrantes - A programação, rica e diversificada, abordará o tema desde suas bases bíblicas até as aplicações práticas mais atuais. 

Na primeira noite (04/03), Cássio Murilo Dias da Silva explorará as raízes da “A inclusão na Bíblia”, enquanto 

o Prof. Wilson Candido Braga trará a reflexão prática sobre “Como posso contribuir para a verdadeira inclusão?”.

O segundo dia (05/03) aprofundará os fundamentos e a atitude essencial para a inclusão. Ir. Maria Eliene Pereira de Oliveira, fsp, apresentará “A catequese Inclusiva nos documentos da Igreja”, e 

o Prof. Wilson Candido Braga retornará para um tema fundamental: “Acessibilidade atitudinal: O acolhimento faz a diferença”, discutindo as barreiras internas que precisam ser superadas.

A noite de encerramento (06/03) mergulhará em aspectos sensoriais e neurodiversos, essenciais para uma ação pastoral abrangente. 

Ir. Cristiane Rodrigues de Melo, fsp abordará “A catequese que toca os sentidos”, propondo metodologias multissensoriais. Finalmente, 

o Prof. Wilson Candido Braga encerrará o congresso com o vital tema “NEURODIVERSIDADE e NEURODIVERGÊNCIA - Conhecer para incluir”, ampliando o olhar para as diferentes formas de perceber e interagir com o mundo.

Como participar - Desta forma, o congresso se consolida como uma ferramenta imprescindível para quem deseja construir uma Igreja samaritana, onde a catequese seja, de fato, um caminho de fé acessível e vivo para todos, refletindo o abraço incondicional de Cristo.

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As inscrições estão abertas e podem ser feitas clicando aqui!

 


Sem ter se confessado, uma pessoa enferma pode receber a Comunhão?


                                                      

Maurício, ministro extraordinário da Sagada Comunhão pergunta: 

O ministro pode levar comunhão ao doente ou idoso no asilo, no hospital, em família,  sem que essa pessoa tenha se confessado recentemente?”

Maurício, você sabe o quanto a presença de Jesus na Eucaristia  merece respeito. O pároco ou o sacerdote da Pastoral da Saúde deve visitar todos os enfermos, conversar com eles, atendê-los em Confissão, abençoá-los, dar a Unção dos Enfermos aos que correm risco de vida. Depois, o ministro leva a comunhão. Isso vale para os enfermos em casa ou nos hospitais, bem como para os idosos em suas residências ou nas casas de repouso.

Não se pode banalizar a Eucaristia, distribuindo-a sem critérios. É preciso perguntar à pessoa que vai comungar se ela está consciente do que está recebendo na Comunhão, se sabe da presença real de Jesus no pão consagrado que lhe é entregue.  A Eucaristia não é mais um remédio somado aos tantos que o doente recebe durante o tratamento ou por causa da idade que tem.