Maurício, ministro extraordinário da Sagada Comunhão pergunta:
“O ministro pode levar comunhão ao doente ou idoso no asilo, no hospital, em família, sem que essa pessoa tenha se confessado recentemente?”
Maurício, você sabe o quanto a presença de Jesus na Eucaristia merece respeito. O pároco ou o sacerdote da Pastoral da Saúde deve visitar todos os enfermos, conversar com eles, atendê-los em Confissão, abençoá-los, dar a Unção dos Enfermos aos que correm risco de vida. Depois, o ministro leva a comunhão. Isso vale para os enfermos em casa ou nos hospitais, bem como para os idosos em suas residências ou nas casas de repouso.
Não se pode banalizar a Eucaristia, distribuindo-a sem critérios. É preciso perguntar à pessoa que vai comungar se ela está consciente do que está recebendo na Comunhão, se sabe da presença real de Jesus no pão consagrado que lhe é entregue. A Eucaristia não é mais um remédio somado aos tantos que o doente recebe durante o tratamento ou por causa da idade que tem.

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