Parábola da semente

"Saiu o semeador a semear..." (Mc 4,3)



sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Nossa fé - O juízo após a morte, como nos fala o Novo Testamento

 




Em que consiste o juízo particular

A morte põe termo à vida do homem, enquanto tempo aberto à aceitação ou à rejeição da graça divina, manifestada em Jesus Cristo. 

O Novo Testamento fala do juízo, principalmente na perspectiva do encontro final com Cristo na sua segunda vinda. Mas também afirma, reiteradamente, a retribuição imediata depois da morte de cada qual, em função das suas obras e da sua fé.

 A parábola do pobre Lázaro (Lc 16,19-31) e a palavra de Cristo crucificado ao bom ladrão (Ainda hoje estarás comigo no paraíso" - Lc 23,43), assim como outros textos do Novo Testamento, falam dum destino final da pessoa. (CIC 1021) 

Ao morrer, cada pessoa recebe na sua alma imortal a retribuição eterna, num juízo particular que põe a sua vida em referência a Cristo, quer através duma purificação, quer para entrar imediatamente na felicidade do céu, quer para se condenar imediatamente para sempre. (CIC 1022)


«No entardecer da vida, sereis julgados pelo amor» (São João da Cruz).      

Esta célebre frase do místico espanhol São João da Cruz (1542–1591) resume a visão cristã de que, no fim de nossa existência, não seremos medidos por acúmulos materiais, poder ou títulos, mas pelo amor que dedicamos a Deus e ao próximo.

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