Parábola da semente

"Saiu o semeador a semear..." (Mc 4,3)



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Músicas para o Papa Francisco

Cante ao Papa Francisco com seus grupos de catequese.
Acesse o link
http://youtu.be/QTDaVOnj_eM
a música de Irmã Miria
ou
no link
http://youtu.be/_X_CBcBdmko
Pe. Fábio de Melo
Seja bem-vindo, papa Francisco


Vídeos, ao lado!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Celebrar Corpus Christi - sugestões

Corpus Christi (Corpo de Cristo) é uma festa que celebra a presença real de Jesus Cristo na Eucaristia.
É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. 

A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código do Direito Canônico (cân. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo." É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo (cân. 395). É uma festa antiga, do século XIII.

Em muitas cidades  é costume ornamentar as ruas por onde passa a procissão com tapetes de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa. Esta festividade de longa data se constitui uma tradição no Brasil, principalmente nas cidades históricas, que se revestem de práticas antigas e tradicionais e que são embelezadas com decorações de acordo com costumes locais.
Aqui algumas sugestões:

1. Enfeitar as ruas - ou ao menos a frente da Igreja -  com tapetes com símbolos eucarísticos, como: cálice, hóstia, trigo, PX, uvas, cruz, sobre um tapete colorido (isopor ou palha tingidos) ou com pó de café.
O tapete de Corpus Christi deve ser em torno do tema da Eucaristia. Pode ser enfeitado com flores e folhas verdes.
2. Aprender a canção "Tem gosto de Deus" ( veja no vídeo ao lado, acima) e fazer uma encenação na comunidade.

3. Para pintar:






4. Para rezar diante de Jesus Eucarístico:

Jesus, Divino Mestre,
eu vos louvo e agradeço pelo grande dom da Eucaristia.
O vosso amor vos leva a morar conosco,
e a renovar vosso mistério pascal na missa,
onde vos fazeis nosso alimento.
Que eu possa tomar desta água viva que brota do vosso coração!
Concedei-me a graça de conhecer-vos sempre mais,
de encontrar-me convosco, neste Sacramento,
de compreender e viver a missa 
de me alimentar com vosso corpo com devoção e fé.Amém
(Bv. Tiago Alberione)


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Semana de Oração para a Unidade dos Cristãos (SOUC)




A Semana de Oração para a Unidade dos Cristãos (SOUC),  realiza-se de 12 a 19 de maio de 2013. 
O tema será 
“O que Deus exige de nós?”,
inspirado em Miquéias 6,6-8.

A reflexão foi preparada pelo Movimento de Estudantes Cristãos da Índia, com a consultoria da Federação de Universidade Católica da Índia e do Conselho Nacional de Igrejas na Índia. 

O Conselho Nacional de Igrejas Cristã do Brasil (CONIC), por sua vez, se encarregou de produzir todo o material que será utilizado por igrejas e movimentos ecumênicos.

No processo de preparação, enquanto se refletia sobre o significado da Semana, ficou decidido que, num contexto de injustiça em relação aos dalits na Índia e na Igreja, a busca pela unidade visível não poderia estar dissociada do desmantelamento do sistema de castas e do apelo às contribuições para a unidade dos mais pobres.

Para adquirir o Cartaz e o Caderno de Oração da SOUC os interessados deverão entrar no site da CONIC e obter as informações.
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil - CONIC
SCS Quadra 1, Bloco E, Edifício Ceará, Sala 713
70303-900, Brasília - DF
Telefone/Fax: (61) 3321-4034

Os frutos das ofertas doadas ao longo da Semana são distribuídos da seguinte maneira: 40% para a representação regional do CONIC (onde houver) e 60% para o CONIC Nacional.

Neste ano de 2013 as ofertas destinadas ao CONIC Nacional serão utilizadas na continuidade da conscientização temática “Superação da Intolerância Religiosa”, tema que vem sendo trabalhado pelos regionais do CONIC.


Outras informações em: http://semanadeoracaopelaunidade.blogspot.com.br/

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Dinâmica e Oração para o 50º Dia Mundial de Orações pelas Vocações


O Papa Bento XVI divulgou, em 6 de outubro de 2012, uma mensagem  para o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, a ser  celebrado em 21 de abril de 2013, 4º Domingo de Páscoa.

Na mensagem o Santo Padre convida a todos para refletir sobre o tema “As vocações, sinal da esperança fundada na fé”, que se integra no contexto do Ano da Fé e no cinquentenário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II.


Dinâmica para trabalhar e rezar com o grupo de adolescentes ou jovens da catequese.


1º Leiam juntos a mensagem do papa emérito Bento XVI:


Amados irmãos e irmãs!

No quinquagésimo Dia Mundial de Oração pelas Vocações que será celebrado no IV Domingo de Páscoa, 21 de Abril de 2013, desejo convidar-vos a refletir sobre o tema «As vocações sinal da esperança fundada na fé», que bem se integra no contexto do Ano da Fé e no cinquentenário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II. Decorria o período da Assembleia conciliar quando o Servo de Deus Paulo VI instituiu este Dia de unânime invocação a Deus Pai para que continue a enviar operários para a sua Igreja (cf. Mt 9,38). «O problema do número suficiente de sacerdotes – sublinhava então o Sumo Pontífice – interpela todos os fiéis, não só porque disso depende o futuro da sociedade cristã, mas também porque este problema é o indicador concreto e inexorável da vitalidade de fé e amor de cada comunidade paroquial e diocesana, e o testemunho da saúde moral das famílias cristãs. Onde desabrocham numerosas as vocações para o estado eclesiástico e religioso, vive-se generosamente segundo o Evangelho» (Paulo VI, Radiomensagem, 11 de Abril de 1964).


Nestas cinco décadas, as várias comunidades eclesiais dispersas pelo mundo inteiro têm-se espiritualmente unido todos os anos, no IV Domingo de Páscoa, para implorar de Deus o dom de santas vocações e propor de novo à reflexão de todos a urgência da resposta à chamada divina. Na realidade, este significativo encontro anual tem favorecido fortemente o empenho por se consolidar sempre mais, no centro da espiritualidade, da ação pastoral e da oração dos fiéis, a importância das vocações para o sacerdócio e a vida consagrada.


A esperança é expectativa de algo de positivo para o futuro, mas que deve ao mesmo tempo sustentar o nosso presente, marcado frequentemente por dissabores e insucessos. Onde está fundada a nossa esperança? Olhando a história do povo de Israel narrada no Antigo Testamento, vemos aparecer constantemente, mesmo nos momentos de maior dificuldade como o exílio, um elemento que os profetas de modo particular não cessam de recordar: a memória das promessas feitas por Deus aos Patriarcas; memória essa que requer a imitação do comportamento exemplar de Abraão, o qual – como sublinha o Apóstolo Paulo – «foi com uma esperança, para além do que se podia esperar, que ele acreditou e assim se tornou pai de muitos povos, conforme o que tinha sido dito: Assim será a tua descendência» (Rm 4,18). Então, uma verdade consoladora e instrutiva que emerge de toda a história da salvação é a fidelidade de Deus à aliança, com a qual Se comprometeu e que renovou sempre que o homem a rompeu pela infidelidade, pelo pecado, desde o tempo do dilúvio (cf. Gn 8,21-22) até ao êxodo e ao caminho no deserto (cf. Dt 9,7); fidelidade de Deus que foi até ao ponto de selar a nova e eterna aliança com o homem por meio do sangue de seu Filho, morto e ressuscitado para a nossa salvação.


Em todos os momentos, sobretudo nos mais difíceis, é sempre a fidelidade do Senhor – verdadeira força motriz da história da salvação – que faz vibrar os corações dos homens e mulheres e os confirma na esperança de chegar um dia à «Terra Prometida». O fundamento seguro de toda a esperança está aqui: Deus nunca nos deixa sozinhos e permanece fiel à palavra dada. Por este motivo, em toda a situação, seja ela feliz ou desfavorável, podemos manter uma esperança firme, rezando com o salmista: «Só em Deus descansa a minha alma, d’Ele vem a minha esperança» (Sl 62/61,6). Portanto ter esperança equivale a confiar no Deus fiel, que mantém as promessas da aliança. Por isso, a fé e a esperança estão intimamente unidas. A esperança «é, de fato, uma palavra central da fé bíblica, a ponto de, em várias passagens, ser possível intercambiar os termos “fé” e “esperança”. Assim, a Carta aos Hebreus liga estreitamente a “plenitude da fé” (10,22) com a “imutável profissão da esperança” (10,23). De igual modo, quando a Primeira Carta de Pedro exorta os cristãos a estarem sempre prontos a responder a propósito do logos – o sentido e a razão – da sua esperança (3,15), “esperança” equivale a “fé”» (Enc. Spe salvi, 2).


Amados irmãos e irmãs, em que consiste a fidelidade de Deus à qual podemos confiar-nos com firme esperança? Consiste no seu amor. Ele, que é Pai, derrama o seu amor no mais íntimo de nós mesmos, através do Espírito Santo (cf. Rm 5,5). E é precisamente este amor, manifestado plenamente em Jesus Cristo, que interpela a nossa existência, pedindo a cada qual uma resposta a propósito do que quer fazer da sua vida e quanto está disposto a apostar para a realizar plenamente. Por vezes o amor de Deus segue percursos surpreendentes, mas sempre alcança a quantos se deixam encontrar. Assim a esperança nutre-se desta certeza: «Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1 Jo 4,16). E este amor exigente e profundo, que vai além da superficialidade, infunde-nos coragem, dá-nos esperança no caminho da vida e no futuro, faz-nos ter confiança em nós mesmos, na história e nos outros. Apraz-me repetir, de modo particular a vós jovens, estas palavras: «Que seria da vossa vida, sem este amor? Deus cuida do homem desde a criação até ao fim dos tempos, quando completar o seu desígnio de salvação. No Senhor ressuscitado, temos a certeza da nossa esperança» (Discurso aos jovens da diocese de São Marino-Montefeltro, 19 de Junho de 2011).


Também hoje, como aconteceu durante a sua vida terrena, Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida e vê-nos imersos nas nossas atividades, com os nossos desejos e necessidades. É precisamente no nosso dia-a-dia que Ele continua a dirigir-nos a sua palavra; chama-nos a realizar a nossa vida com Ele, o único capaz de saciar a nossa sede de esperança. Vivente na comunidade de discípulos que é a Igreja, Ele chama também hoje a segui-lo. E este apelo pode chegar em qualquer momento. Jesus repete também hoje: «Vem e segue-Me!» (Mc 10,21). Para acolher este convite, é preciso deixar de escolher por si mesmo o próprio caminho. Segui-lo significa entranhar a própria vontade na vontade de Jesus, dar-lhe verdadeiramente a precedência, antepô-lo a tudo o que faz parte da nossa vida: família, trabalho, interesses pessoais, nós mesmos. Significa entregar-lhe a própria vida, viver com Ele em profunda intimidade, por Ele entrar em comunhão com o Pai no Espírito Santo e, consequentemente, com os irmãos e irmãs. Esta comunhão de vida com Jesus é o «lugar» privilegiado onde se pode experimentar a esperança e onde a vida será livre e plena.


As vocações sacerdotais e religiosas nascem da experiência do encontro pessoal com Cristo, do diálogo sincero e familiar com Ele, para entrar na sua vontade. Por isso, é necessário crescer na experiência de fé, entendida como profunda relação com Jesus, como escuta interior da sua voz que ressoa dentro de nós. Este itinerário, que torna uma pessoa capaz de acolher a chamada de Deus, é possível no âmbito de comunidades cristãs que vivem uma intensa atmosfera de fé, um generoso testemunho de adesão ao Evangelho, uma paixão missionária que induza a pessoa à doação total de si mesma pelo Reino de Deus, alimentada pela recepção dos sacramentos, especialmente a Eucaristia, e por uma fervorosa vida de oração. Esta «deve, por um lado, ser muito pessoal, um confronto do meu eu com Deus, com o Deus vivo; mas, por outro, deve ser incessantemente guiada e iluminada pelas grandes orações da Igreja e dos santos, pela oração litúrgica, na qual o Senhor nos ensina continuamente a rezar de modo justo» (Enc. Spe salvi, 34).


A oração constante e profunda faz crescer a fé da comunidade cristã, na certeza sempre renovada de que Deus nunca abandona o seu povo e que o sustenta suscitando vocações especiais, para o sacerdócio e para a vida consagrada, que sejam sinais de esperança para o mundo. Na realidade, os presbíteros e os religiosos são chamados a entregar-se de forma incondicional ao Povo de Deus, num serviço de amor ao Evangelho e à Igreja, num serviço àquela esperança firme que só a abertura ao horizonte de Deus pode gerar.


Assim eles, com o testemunho da sua fé e com o seu fervor apostólico, podem transmitir, em particular às novas gerações, o ardente desejo de responder generosa e prontamente a Cristo, que chama a segui-lo mais de perto. Quando um discípulo de Jesus acolhe o chamado divino para se dedicar ao ministério sacerdotal ou à vida consagrada, manifesta-se um dos frutos mais maduros da comunidade cristã, que ajuda a olhar com particular confiança e esperança para o futuro da Igreja e o seu empenho de evangelização. Na verdade, sempre terá necessidade de novos trabalhadores para a pregação do Evangelho, a celebração da Eucaristia, o sacramento da Reconciliação.


Por isso, oxalá não faltem sacerdotes zelosos que saibam estar ao lado dos jovens como «companheiros de viagem», para os ajudarem, no caminho por vezes tortuoso e obscuro da vida, a reconhecer Cristo, Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14,6); para lhes proporem com coragem evangélica a beleza do serviço a Deus, à comunidade cristã, aos irmãos. Não faltem sacerdotes que mostrem a fecundidade de um compromisso entusiasmante, que confere um sentido de plenitude à própria existência, porque fundado sobre a fé n’Aquele que nos amou primeiro (cf. 1 Jo 4,19).


Do mesmo modo, desejo que os jovens, no meio de tantas propostas superficiais e efêmeras, saibam cultivar a atração pelos valores, as metas altas, as opções radicais por um serviço aos outros seguindo os passos de Jesus. Amados jovens, não tenhais medo de o seguir e de percorrer os caminhos exigentes e corajosos da caridade e do compromisso generoso. Sereis felizes por servir, sereis testemunhas daquela alegria que o mundo não pode dar, sereis chamas vivas de um amor infinito e eterno, aprendereis a «dar a razão da vossa esperança» (1 Pd 3,15).


2º Façam juntos um resumo:
a) Quando se comemora neste ano o Dia Mundial de Oração pelas Vocações?
b) Qual é o tema?
c) Quem instituiu o Dia Mundial de Oração pelas Vocações?
d) Onde se funda a esperança?
e) Em que consiste a fidelidade de Deus?
f)  Como Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida?
g)  Como nascem as vocações sacerdotais e religiosas?
h)  Outros comentários sobre a Mensagem.

3º Momento de Oração pelas Vocações
Rezem juntos: 
Jesus, Mestre divino,
 que chamastes os Apóstolos a vos seguirem,
 continuai a passar pelos nossos caminhos,
 pelas nossas famílias, pelas nossas escolas
 e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens.
 Dai coragem às pessoas convidadas.
 Dai força para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos,
 como diáconos, padres e bispos,
 como religiosos e religiosas,
 para o bem do Povo de Deus e de toda a humanidade.
 Amém. 
Papa Paulo VI

4º Escolher alguém para enviar-lhe a Mensagem do Papa ou uma palavra dela., como também a Oração de Paulo VI. Pode enviar ao padre da própria comunidade, a uma Irmã, a uma família.

5º  Com alegria digam pelo canto a sua fé
(várias sugestões abaixo). Inspirados nos cantos cada um pode falar de sua vocação).


PÕE TEU CORAÇÃO NO MEU
Pe. Zezinho, scj

Põe teu coração no meu, 
e o meu coração no teu
Não tenhas medo de abraçar a cruz
Tens também meu ombro 
e minha força, eu sou Jesus
Vem comigo, vem que eu sei
A jornada é longa e eu te direi
Quais os perigos de me acompanhar
É o caminho estreito
Mas é feito pra chegar

Segue os passos que eu darei
Prende a tua cruz na minha
Vai servir meu povo, faça como eu
Ele sofre menos quando encontra um Cireneu

Vai ao povo como irmão
Se preciso estende a tua mão
Não tenhas medo do meu verbo amar
Tem seus contratempos, 
mas o tempo é de ajudar
Teu projeto eu já tracei
Vai ao povo que eu te ensinarei
O jeito certo de me anunciar
Basta que me peças 
que eu te ajudo a não errar

Usa a fé com mais razão
Busca mais sabedoria
Pra chegar ao povo seja um aprendiz
Do que o povo fala e do que a minha Igreja diz.

CIDADÃO DO INFINITO
Padre Zezinho,scj

Por escutar uma voz que disse
Que faltava gente pra semear
Deixei meu lar e saí sorrindo,
E assobiando pra não chorar.
Fui me alistar entre os operários
Que deixam tudo pra te levar
E fui lutar por um mundo novo,
Não tenho lar mais ganhei um povo.

Sou cidadão do infinito,
Do infinito, do infinito,
E levo a paz no meu caminho,
No meu caminho, no meu caminho

Eu procurei semear a paz
E onde fui andando falei de Deus,
Abençoei quem fez pouco caso
E espalhou cisão onde eu semeei.
Não aceitei condecoração
Por haver buscado um país irmão,
Vou semeando por entre o povo
E vou sonhando este mundo novo.


ILUMINA, ILUMINA
Padre Zezinho,scj

Minha prece de pai
É que meus filhos sejam felizes.
Minha prece de mãe
É que meus filhos vivam em paz.
Que eles achem os seus caminhos!
Amem e sejam amados!
Vivam iluminados!

Nossa prece de filhos
É prece de quem agradece.
Nossa prece é de filhos que sentem
Orgulho dos pais.
Que eles trilhem os teus caminhos!
Louvem e sejam louvados!
Sejam recompensados!

Ilumina, ilumina
Nossos pais, nossos filhos e filhas!
Ilumina, ilumina
Cada passo das nossas famílias!

Minha prece, ó Senhor,
É também pelos meus familiares.
Minha prece, ó Senhor,
É por quem tem um pouco de nós.
Que eles achem os seus caminhos!
Amem e sejam amados!
Vivam iluminados!

Nossa prece, ó Senhor,
É também pelos nossos vizinhos,
Por quem vive e trabalha e caminha,
Conosco, Senhor.
Que eles achem os seus caminhos!
Amem e sejam amados!
Vivam iluminados!


UM BARCO ESQUECIDO
Pe. Zezinho, scjo

Há um barco esquecido na praia
Já não leva ninguém a pescar
É o barco de André e de Pedro
Que partiram pra não mais voltar
Quantas vezes partiram seguros
Enfrentando os perigos do mar
Era chuva, era noite, era escuro
Mas os dois precisavam pescar
De repente aparece Jesus
Pouco a pouco se acende uma luz
É preciso pescar diferente 
Que o povo já sente que o tempo chegou
E partiram sem mesmo pensar
Nos perigos de profetizar

Há um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia!

Há um barco esquecido na praia
Já não leva ninguém a pescar
É o barco de João e Tiago
Que partiram pra não mais voltar
Quantas vezes em tempos sombrios 
Enfrentando os perigos do mar
Barco e rede voltavam vazios
Mas os dois precisavam pescar
De repente aparece Jesus
Pouco a pouco se acende uma luz
É preciso pescar diferente 
Que o povo já sente que o tempo chego
E partiram sem mesmo pensar
Nos perigos de profetizar
Há um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia!

Quantos barcos deixados na praia
Entre eles o meu deve estar
Era o barco dos sonhos que eu tinha
Mas eu nunca deixei de sonhar
Quanta vez enfrentei o perigo
No meu barco de sonho a singrar
Jesus Cristo remava comigo
Eu no leme, Jesus a remar
De repente me envolve uma luz
E eu entrego o meu leme a Jesus
É preciso pescar diferente 
Que o povo já sente que o tempo chegou
E partimos pra onde ele quis
Tenho cruzes mas vivo feliz

Há um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia!

O PROFETA 
Antes que te formasse dentro do seio de tua mãe
Antes que tu nascesses, te conhecia e te consagrei.
Para ser meu profeta, entre as nações eu te escolhi. 
Irás onde enviar-te e o que te mando proclamarás!

Tenho que gritar, tenho que arriscar. 
Ai de mim se não o faço! Como escapar de ti, 
como calar, se tua voz arde em meu peito? 
Tenho que andar, tenho que lutar, 
ai de mim se não o faço! Como escapar de ti,
como calar, se tua voz arde em meu peito?

Não temas arriscar-te, porque contigo eu estarei. 
Não temas anunciar-me em tua boca eu falarei. 
Entrego-te meu povo, vai arrancar e derrubar. 
Para edificar destruirás e plantarás. 

Deixa os teus irmãos, deixa teu pai e tua mãe, 
Deixa a tua casa porque a terra gritando está. 
Nada traga contigo, pois a teu lado eu estarei;
É hora de lutar, porque meu povo sofrendo está.


EIS-ME AQUI, SENHOR

Eis-me aqui, Senhor. Eis-me aqui, Senhor!
Pra fazer tua vontade, pra viver do teu amor
Pra fazer tua vontade, pra viver do teu amor
Eis-me aqui, Senhor!

O Senhor é o pastor que me conduz
Por caminhos nunca vistos me enviou
Sou chamado a ser fermento, sal e luz
E por isso respondi: Aqui estou!

Ele pôs em minha boca uma canção
Me ungiu como profeta e trovador
Da história e da vida do meu povo
E por isso respondi: Aqui estou!

Ponho minha confiança no Senhor
Da esperança, sou chamado a ser sinal
Seu ouvido se inclinou ao meu clamor
E por isso respondi: Aqui estou!


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Programa geral da Jornada Mundial da Juventude


A Igreja Católica anunciou esta quinta-feira o programa geral da próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro, encontro que segundo as expectativas vai juntar cerca de 2,5 milhões de pessoas.

O dia de abertura do encontro, a 23 de julho, é marcado pela missa presidida pelo arcebispo do Rio de Janeiro.

Nas manhãs de 24 a 26 estão previstas catequeses proferidas pelos bispos presentes na ‘Cidade Maravilhosa’, enquanto que à tarde ocorrem eventos musicais e culturais relativos à Jornada que tem como tema ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’.

A tarde do dia 25 é reservada ao acolhimento do Papa e na noite seguinte realiza-se a via-sacra.

Na manhã de sábado, dia 27, prepara-se a vigília de oração com Francisco, que acontece à noite, e durante a tarde o sucessor de Bento XVI reúne-se com seminaristas.

A agenda de domingo, último dia, prevê para a parte da manhã o anúncio da sede da próxima JMJ e a missa de envio, presidida pelo Papa, que à tarde se encontra com os voluntários.

O programa dos cinco dias da Jornada abrange uma homenagem ao bem-aventurado João Paulo II (1920-2005), que iniciou a JMJ, uma feira gastronômica, a entrega das chaves da cidade ao Papa, a inauguração de um centro de reabilitação de dependentes químicos e iniciativas de prevenção e recuperação da toxicodependência, entre outras iniciativas.

A Jornada conta com 27 palcos, cada qual representando um estado brasileiro e o Distrito Federal (Brasília), e alguns dos locais mais conhecidos do Rio, como as praias de Botafogo e Copacabana, o Cristo Redentor e o Estádio do Maracanã, acolhem iniciativas ligadas ao encontro.

Todos os peregrinos recebem mochila, t-shirt, boné, Terço, crucifixo, livro de Liturgia, guias e agenda cultural, além de acesso a transportes, alimentação e alojamento.



Fonte: Agência Ecclesia - RJM/OC

quinta-feira, 14 de março de 2013

Francisco é o novo Papa

Francisco (em latim: Franciscus), nascido Jorge Mario Bergoglio SJ (Buenos Aires, 17 de dezembro de 1936) é o 266.º Papa da Igreja Católica e atual chefe de estado do Vaticano.


Francisco é o primeiro jesuíta e o primeiro sul-americano eleito Papa, além de ser o primeiro pontífice não-europeu em mais de 1200 anos. Arcebispo de Buenos Aires desde 28 de fevereiro de 1998 e cardeal-presbítero desde 21 de fevereiro de 2001, foi eleito em 13 de março de 2013.

Infância e juventude
Jorge Mario Bergoglio, filho do casal de imigrantes italianos Mario Bergoglio (trabalhador ferroviário) e Regina Maria Sivori (dona de casa).
Nascido e criado no bairro de Flores, fez graduação e mestrado em química, na Universidade de Buenos Aires.

Vida antes do sacerdócio
Bergoglio foi engenheiro químico antes de uma doença respiratória lhe fazer perder um pulmão, assim aos 32 anos, seguiu o sacerdócio.

Companhia de Jesus (jesuítas)
Ingressou no noviciado da Companhia de Jesus em março de 1958. Fez o juniorado em Santiago, Chile. Graduou-se em Filosofia em 1960, na Universidade Católica de Buenos Aires. Entre os anos 1964 e 1966, ensinou Literatura e Psicologia, no Colégio Imaculada, na Província de Santa Fé, e no Colégio do Salvador, em Buenos Aires. Graduou-se em Teologia em 1969. Recebeu a ordenação presbiteral no dia 13 de dezembro de 1969, pelas mãos de Dom Ramón José Castellano. Emitiu seus últimos votos na Companhia de Jesus em 1973. Em 1973 foi nomeado Mestre de Noviços, no Seminário da Villa Barilari, em San Miguel. No mesmo ano foi eleito superior provincial dos jesuítas, na Argentina. Em 1980, após o período do provincialato, retornou a San Miguel, para ensinar em uma escola dos jesuítas.

No período de 1980 a 1986 foi reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel. Após seu doutorado na Alemanha, foi confessor e diretor espiritual em Córdoba.

Episcopado
Em 20 de maio de 1992, o Papa João Paulo II o nomeou bispo auxiliar de Buenos Aires, com a sé titular de Auca (Aucensi). Sua ordenação episcopal deu-se a 27 de junho de 1992. Em 3 de junho de 1997, foi nomeado arcebispo coadjutor de Buenos Aires. Tornou-se arcebispo metropolitano de Buenos Aires no dia 28 de fevereiro de 1998.

Cardinalato
Foi tornado cardeal no consistório de 21 de fevereiro de 2001, pelo Papa João Paulo II, recebendo o título de cardeal-presbítero de São Roberto Belarmino. Quando foi nomeado, conveceu centenas de argentinos a não viajarem para Roma. Em vez de irem ao Vaticano celebrar a nomeação, pediu que dessem o dinheiro da viagem aos pobres.

Foi membro dos seguintes dicastérios na Cúria Romana:
Congregação para o Clero
Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica
Pontifícia Comissão para a América Latina
Pontifício Conselho para a Família

Pontificado
Conclave de 2013
O cardeal Bergoglio foi eleito Papa a 13 de março de 2013, no segundo dia do conclave, escolhendo o nome de Francisco. É o primeiro jesuíta a ser eleito papa. É o primeiro Papa do Continente americano. É o primeiro não europeu a ser eleito bispo de Roma, em mais de 1.200 anos, desde São Gregório III, que nasceu na Síria e governou a Igreja Católica entre 731-741.

O anúncio
(Habemus Papam) Annuntio vobis gaudium magnum; habemus Papam: Anuncio-vos com grande alegria: já temos o Papa:
Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum, O Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor
Dominum Georgium Marium D. Jorge Mario
Sanctæ Romanæ Ecclesiæ Cardinalem Bergoglio Cardeal da Santa Igreja Romana, Bergoglio
qui sibi nomen imposuit Franciscum. Que adotou o nome de Francisco.

Primeira aparição como Papa
O Papa Francisco apareceu ao povo na sacada (ou varanda) central da Basílica de São Pedro por volta das 20 horas e 30 minutos (hora de Roma). Vestindo apenas a batina papal branca, acompanhou a execução da Marcha Pontifícia e saudou a multidão com um discurso:

Irmãos e irmãs, boa-noite!
Vós sabeis que o dever do Conclave era dar um Bispo a Roma. Parece que os meus irmãos Cardeais tenham ido buscá-lo quase no fim do mundo… Eis-me aqui! Agradeço-vos o acolhimento: a comunidade diocesana de Roma tem o seu Bispo. Obrigado! E, antes de mais nada, quero fazer uma oração pelo nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe e Nossa Senhora o guarde.

O Papa rezou as orações do Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai, dedicando-as ao Papa Emérito. Em seguida, completou:
E agora iniciamos este caminho, Bispo e povo... este caminho da Igreja de Roma, que é aquela que preside a todas as Igrejas na caridade. Um caminho de fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre uns pelos outros. Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade. Espero que este caminho de Igreja, que hoje começamos e no qual me ajudará o meu Cardeal Vigário, aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta cidade tão bela!
E agora quero dar a Bênção, mas antes… antes, peço-vos um favor: antes de o Bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que me abençoe a mim; é a oração do povo, pedindo a Bênção para o seu Bispo. Façamos em silêncio esta oração vossa por mim.
(momentos de silêncio)
—
O Papa abaixou a cabeça em sinal de oração, e toda a Praça silenciou por um momento. Por fim, realizou sua primeira bênção Urbi et Orbi, e despediu-se da multidão dizendo "Boa noite, e bom descanso!".

Nome
Ao ser eleito, o novo pontífice escolheu o nome de Francisco. Em uma provável referência a Francisco Xavier e Francisco de Assis. São Francisco Xavier ( 1506 — 1552), santo jesuíta, padroeiro das missões, um dos primeiros companheiros de Santo Inácio de Loyola e um dos cofundadores da Companhia de Jesus. São Francisco de Assis (1182 — 1226), fundador da família franciscana, padroeiro da Itál
A Santa Sé divulgou que o nome de Sua Santidade não será grafado com "I" (Primeiro) em algarismos romanos. Isso só acontecerá se, um dia, houver um papa Francisco II.


Hábitos
Evita aparições na mídia e possui hábitos simples. Utiliza o transporte coletivo e não frequenta restaurantes. Aprecia música clássica, literatura e é associado e torcedor do clube de futebol San Lorenzo de Almagro.

Aborto e eutanásia
O cardeal Bergoglio convidou os seus clérigos e os leigos para que se opusessem ao aborto e à eutanásia.

Homossexualidade
É um forte opositor à legislação argentina que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Tendo dito que: "se o projeto de lei que prevê às pessoas do mesmo sexo a possibilidade de se unirem civilmente e adotarem também crianças vier a ser aprovado, poderia ter efeitos seriamente danosos sobre a família. O povo argentino deverá afrontar nas próximas semanas uma situação que, caso tenha êxito, pode ferir seriamente a família. Está em jogo a identidade e a sobrevivência da família: pai, mãe e filhos. Não devemos ser ingénuos: essa não é simplesmente uma luta política, mas é um atentado destrutivo contra o plano de Deus".

Justiça social
É conhecido por sua postura à favor da justiça social, tendo dito em 2007 que: "Vivemos na região mais desigual do mundo, a que mais cresceu e a que menos reduziu a miséria. A distribuição injusta de bens persiste, criando uma situação de pecado social que grita aos céus e limita as possibilidades de vida mais plena para muitos de nossos irmãos". Além disso, tal como São Francisco de Assis lavava os pés dos leprosos, o Cardeal Bergoglio ganhou notoriedade em 2001 ao lavar os pés de 12 doentes de Aids em visita a um hospital.
Além do trabalho de pesquisa de Mignone, o livro El Silencio de Horacio Verbitsky, membro do grupo terrorista Montoneros, no capítulo "As Duas Faces do Cardeal" também explora o papel de agente duplo desempenhado por Bergoglio junto à ditadura argentina. Segundo o autor do livro, que alega ter acesso a documentos do Ministério das Relações Exteriores e do Culto da Argentina, Bergoglio "vai à Chancelaria, pede um trâmite em favor do sacerdote (Jalics), mas, por baixo do pano, diz para não o concederem porque se trata de um subversivo".

Sergio Rubin, o seu biógrafo autorizado, relatou que Bergoglio, após a prisão dos dois sacerdotes, trablhou nos bastidores para a sua libertação e intercedeu, de forma privada e pessoal, junto do ditador Jorge Rafael Videla: a sua intercessão poderia ter contribuído para a posterior libertação destes sacerdotes. Ele também relatou que, em segredo, Bergoglio deu frequentemente abrigo a pessoas perseguidas pela ditadura em propriedades da Igreja, e houve uma vez que chegou mesmo a dar os seus próprios documentos de identidade a um homem que se parecia com ele, para que pudesse fugir da Argentina.

Obras

1982: Meditações para religiosos
1986: Reflexões sobre a vida apostólica
1992: Reflexões de esperança
1998: Diálogos entre João Paulo II e Fidel Castro
2003: Educar: demanda e paixão
2004: Colocar a nação em seus ombros
2005: A construção de uma nação
2006: Corrupção e pecado
2006: Na carga de si mesmo
2007: O verdadeiro poder é o serviço
2012: Mente aberta, coração acreditado

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Campanha da Fraternidade 2013

É tempo de preparar a Campanha da Fraternidade que, em 2013, será lançada no dia 13 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas.

Tema e lema
Esse ano o tema será “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8).

Após 21 anos da Campanha da Fraternidade de 1992, que abordou como tema central a juventude, a CF 2013, na sua 50ª edição, terá a mesma temática. A acolhida da temática “juventude” tem como objetivo ter mais um elemento além da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para fortalecer o desejo de evangelização dos jovens.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Eduardo Pinheiro, explicou que uma das metas principais da CF de 2013 é olhar a realidade juvenil, compreender a riqueza de suas diversidades, potencialidades e propostas, como também os desafios que provocam atitudes e auxílios aos jovens e aos adultos.

Objetivo
O objetivo geral da CF é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.
“Dentro do sentido da palavra 'acolher' está o valorizar, o respeitar o jovem que vive nesta situação de mudança de época e isso não pode ser esquecido”, destacou o presidente da Comissão da CNBB.

 O cartaz da CF 2013
O cartaz escolhido para a Campanha da Fraternidade de 2013, que tem como tema "Fraternidade e Juventude", e como lema "Eis-me aqui, envia-me!" coloca em evidência a jovialidade e a alegria. O 'Eis-me aqui, envia-me!' é a voz forte do jovem que, repleto de sonhos e com grande autoestima, se coloca à disposição para ajudar a todos nós a navegarmos em águas profundas neste mundo virtual que lhe é caro e próprio.

- Para o arcebispo de São Paulo, Cardeal dom Odilo Pedro Scherer, o cartaz faz um apelo ao jovem para um maior envolvimento na CF 2013 e na preparação da Jornada Mundial da Juventude Rio2013. "O cartaz coloca em evidência a jovialidade e a alegria. Existem muitos problemas no mundo, mas os jovens olham para frente. E eles têm o direito de olhar com esperança para o futuro. Eu acredito que a Campanha da Fraternidade será uma grande contribuição para que os jovens recebam uma resposta aos seus sonhos." disse o Cardeal.
Segundo o Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva, o tema da CF 2013 reforça a opção da Igreja pela juventude. "Tendo como referência a cruz de Jesus Cristo, o cartaz traz, em primeiro plano, uma jovem que demonstra alegria em responder ao chamado que Deus lhe faz. A Igreja acredita nessa disponibilidade da juventude, nessa resposta do jovem que encontra na sua comunidade a abertura, a provocação e a oportunidade para um serviço à Igreja e à sociedade", disse Dom Eduardo.-
Fonte: http://www.portalkairos.net/campanhadafraternidade/2013/campanhadafraternidade2013_cartaz.asp#ixzz2JVm16N28

Oração oficial da CF 2013
Pai santo, vosso Filho Jesus,
conduzido pelo Espírito
e obediente à vossa vontade,
aceitou a cruz como prova de amor à humanidade.
Convertei-nos e, nos desafios deste mundo,
tornai-nos missionários
a serviço da juventude.
Para anunciar o Evangelho como projeto de vida,
enviai-nos, Senhor;
para ser presença geradora de fraternidade,
enviai-nos, Senhor;
para ser profetas em tempo de mudança,
enviai-nos, Senhor;
para promover a sociedade da não violência,
enviai-nos, Senhor;
para salvar a quem perdeu a esperança,
enviai-nos, Senhor;
para...

Hino da CF 2013

1 - Sei que perguntas, juventude, de onde veio
Teu belo jeito sempre novo e verdadeiro.
Eu fiz brotar em ti desde o materno seio
Essa vontade de mudar o mundo inteiro.

Refrão:
Estou aqui, meu Senhor, sou jovem, sou teu povo!
Eu tenho fome de justiça e de amor,
Quero ajudar a construir um mundo novo.
Estou aqui, meu Senhor, sou jovem, sou teu povo!
Para formar a rede da fraternidade,
E um novo céu, uma nova terra, a tua vontade.
Eis-me aqui, envia-me Senhor! (2x)

2 - Levem a todos meu chamado à liberdade
Onde a ganância gera irmãos escravizados.
Quero a mensagem que humaniza a sociedade
Falada às claras, publicada nos telhados.
Refrão
3 - Para salvar a quem perdeu a esperança
Serei a força, plena luz a te guiar.
Por tua voz eu falarei, tem confiança,
Não tenhas medo, novo Reino a chegar!

Coleta CF
24 de março - Domingo de Ramos - Coleta Nacional da Solidariedade

Fonte: http://www.portalkairos.net/campanhadafraternidade/2013/campanhadafraternidade2013_oracao.asp#ixzz2JVlYoLXk