Parábola da semente

"Saiu o semeador a semear..." (Mc 4,3)



terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Subsídio: Celebração de Natal


(Para ser feita em família, entre amigos ou no local de trabalho. Uma sugestão também é fazê-la antes da Ceia de Natal. O ambiente pode ser uma sala com mesa preparada festivamente, enfeites de Natal, presentes, cartões, árvore, presépio ou, uma bonita vela no centro da mesa, que será acesa, oportunamente. Duas pessoas (indicadas pelas letras A e B) orientarão a celebração. Em determinado momento as canções indicadas no CD-cartão "Natal é vida”, COMEP Paulinas, serão ouvidas. A celebração inicia, com todas as pessoas, em pé, em volta da mesa.)

A - Boas vindas a todos e todas. Graça e paz de Deus a cada pessoa! O motivo de nossa reunião, hoje, é a celebração do Natal. Mais uma vez nos encontramos para celebrar a festa da fraternidade.
B - Inicialmente, vamos recordar o sentido do Natal, ouvindo a canção Noite silenciosa de Natal.
Música – Noite silenciosa de Natal – CD "Natal é Vida" - faixa 2.
A - O Natal é festa da fraternidade porque nasceu Jesus, nosso irmão. É, portanto, a festa da vida!
B - No mundo em que sentimos a vida ameaçada, o Natal é a festa da esperança!
A - No mundo em que há tanta confusão, o Natal é festa da luz!
B - Neste mundo em que há tanta divisão, desentendimentos, dominação, o Natal é a festa da fraternidade!
A - Vamos, agora, ouvir a narração do nascimento de Jesus, motivo de nossa festa, para en­tendermos melhor o sentido do Natal.
B -  Evangelho de Jesus Cristo escrito por São Lucas. Capitulo 2, versículos de 1 a 18.
"Naqueles dias, apareceu um edito de César Augusto (imperador romano), ordenando o recenseamento de todo o mundo habitado. Esse recenseamento foi o primeiro, en­quanto Quirino era governador da Síria. E todos iam se alistar; cada um na própria ci­dade. Também José subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, para a Judeia, a cidade de Davi, chamada Belém, para se inscrever com Maria, sua mulher, que estava grávida. Enquanto estavam lá, completaram-se os dias, e ela deu à luz o seu filho primogênito. Envolveu-o em faixas e reclinou-o numa manjedoura, porque não havia um lugar para eles na hospedaria.
Na mesma região, havia uns pastores que estavam nos campos e que durante a noite montavam guarda ao seu rebanho. O Anjo do Senhor apareceu-Ihes e a glória do Se­nhor envolveu-os de luz; e ficaram tomados de grande temor. O Anjo, porem, disse-­lhes:
A - "Não tenhais medol Eis que eu vos anuncio uma grande alegria que será para todo o povo: Nasceu-vos hoje um Salvador, que é o Cristo Senhor, na cidade de Davi. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido envolto em faixas e deitado numa man­jedoura."
B - E, de repente, juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste a louvar a Deus, dizendo:
A - "Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens que ele ama."
B - Quando os anjos se afastaram, os pastores disseram entre si:
A - "Vamos a Belém, e vejamos o que aconteceu, o que o Senhor nos comunicou."
B - Foram, então, às pressas, e encontraram Maria, José e o recém-nascido, deitado numa manjedoura. Vendo-o, contaram o que lhes fora dito a respeito do menino. E todos os que os ouviam ficavam maravilhados com as palavras dos pastores."

(Neste instante, alguém poderá colocar uma imagem do Menino Jesus no presé­pio ou junto à árvore de Natal. Ou, ainda, um poster com a cena do presépio poderá ser co­locado num lugar visível a todos. Acende-se também a vela que está sobre a mesa).

A - Neste instante, podemos todos nos assentar. Vamos apagar as luzes, deixando apenas a vela acesa. E, em profundo silêncio, vamos refletir sobre aquela noite de Belém em que o Filho de Deus se fez gente, como nós.
(Apagam-se as luzes. Todos se sentam).
Musica - "Adeste Fidelis" - CD "Natal é Vida" - faixa 6.
A - Esse foi o Natal de Jesus. E o nosso Natal? Como acontece? Em família, no trabalho, na escola, em nossos relacionamentos? Existe a paz, Deus é o maior presente, existe a alegria que houve no Natal de Jesus? Existe amor? Jesus usou a linguagem da identificação: nasceu criança, como nós, como as nossas crianças. Aprendeu a falar e a caminhar, como nós. Usou os recur­sos da palavra e do encontro para promover as outras pessoas. Jamais para condená-­las. E nós, caminhamos na direção da outra pessoa? Usamos a palavra de forma positiva, para o diálogo? Agora, podemos pensar e quem quiser poderá dizer quando usa­mos a palavra de forma construtiva. (Pausa para partilha).
A - Jesus também se igualou a nós. Sendo Deus, não se posicionou acima. Só assim foi possível a paz. Fraternidade é usar a mesma linguagem, é ter os mesmos direitos e deveres.
B - Para muitas pessoas, porém, o Natal se define em ter. Para elas, quanto mais têm, pensam que mais felizes serão. Jesus nos ensina a partilhar. É o sentido dos presentes que oferecemos uns aos outros.
A - Podemos usar este costume com o objetivo de dizer as pessoas a quem presenteamos, que as acolhemos como irmãs. O nosso presente nos recorda que Deus nos presenteou com o grande dom: o seu próprio Filho, Jesus Cristo, infinitamente superior a qualquer lembrança materiał.
B - É com este objetivo também que trocamos nossas mensagens em cartões de Natal! Queremos repetir a alegre mensagem dos anjos, em Belém: "Fiquemos alegres, nasceu-nos o Salvador. Glória a Deus e paz aos homens! "
A - É com esta motivação cristã que vamos agora nos cumprimentar pelo Natal, trocar pre­sentes e desejar-nos, mutuamente, um Feliz Natal! E depois nos confraternizar partilhando da mesma mesa. Encerramos com a bênção natalina do bem-aventurado Alberione:
B - Jesus Menino coloque a sua mãozinha
sobre tua cabeça e derrame sobre ti
a sua luz, conforto e alegria.
Amém!
- Abençoe-nos Deus misericordioso,
Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
(Acendem-se as luzes. Todos se cumprimentam e se confraternizam, enquanto ouvem a música).
Música - "Noite Feliz" - CD "Natal é Vida" - faixa 3.

Texto: Irmã Patrícia Silva, fsp

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